segunda-feira, 11 de novembro de 2013

ESCOLA JULIO DE MESQUITA - SUA REFERÊNCIA ENS 21288/2013

Senhor Prefeito,

Agradeço por sua resposta de acordo com a lei 14141 de 27.03.2006.

Todavia, existem pontos incompreensíveis na resposta prestada pelos órgãos competentes:

1 - Se o código civil estabelece a responsabilidade por obras civis em 5 anos, como a SME pode aceitar uma garantia inferior à garantia legal?  Parece-me favorecimento, principalmente considerando que a obra realizada certamente não resistirá a cinco anos de inundação em um ponto sobejamente conhecido como problemático. vER http://assoviodobonfa.wordpress.com/2009/12/12/primeira-solicitacao-da-assovio-a-sub-prefeitura/

2 - A composição da calçada é de concreto e grama em torno da escola, exceto a calçada que a Construtora Roy destruiu. Se vocês se dessem ao trabalho de olhar AS FOTOS PUBLICADAS EM nosso blog http://assoviodobonfa.wordpress.com/2013/09/06/resposta-a-siurb-sao-paulo-reclama-jose-filardo-2808/

constatariam a má-fé evidente de quem forneceu a informação, e não vemos razão por que um fiscal da Siurb ou a própria diretora da escola não possa constatar isso. Basta usar as pernas e os olhos!
Aparentemente ninguém quer deixar os gabinetes refrigerados e ter contato com o povo (ai que nojo!!!).

Aproveitando o ensejo, gostaria de informar que efetivamente houve nova intervenção no muro visando aumentar a vazão. Foram colocados mais furos e até mesmo um ladrão de 6 polegadas.

Inclusive corrigiu-se um desvio da água coletada pelo teto da quadra para fora da escola, ao invés de contribuir para o aumento da água que se acumula contra o muro. Realmente foi feita a correção.   Agora os pedestres que passam pela esquina da Poetisa Colombina e da Dr. José Ayres, no canto da escola têm um canhão de água de 6 polegadas a um metro do solo, oculto atrás da vegetação, apontado para eles, prontinho para dar um bom banho nesse povo sujo (ai que nojo!).

        

Observem o acabamento, a finalização do trabalho segundo as normas da ASSOCIAÇÃO HATITIANA DE NORMAS TÉCNICAS, ou da ASSOCIAÇÃO NIGERIANA DE NORMAS TÉCNICAS, que aliás, deve ser a mesma que preconiza o uso de Makita para juntas de dilatação. A propósito não existe norma ABNT que preconize juntas de dilatação com makita.  A empresa que fabrica a Makita é quem instituiu esse expediente maroto para evitar trabalho, sabendo da falta de interesse dos fiscais de obra da prefeitura que engolem qualquer coisa.

Caso não possam enviar pessoas para verificar in loco esses detalhes, podem verificar as coleções de fotos que estaremos publicando em nosso blog  http://assoviodobonfa.wordpress.com/  inclusive em relação à Praça João Batista Tramontano onde a mesma Construtora Roy está "obrando" ao custo de R$ 509.000,00 pagos pelos contribuintes.

Aproveito o ensejo para parabenizá-lo pelo excelente trabalho de combate à corrupção empreendido no seio do Governo.  Meu irmão mais velho foi forçado a sair da Secretaria de Finanças por essa máfia, simplesmente por não ter aceito jogar o jogo deles.  Esperamos que justiça seja feita e que se possam recuperar os milhões de reais roubados por esses marginais.

Não esmoreça, Prefeito!

Um abraço

José Filardo
cidadão, eleitor e contribuinte





sábado, 2 de novembro de 2013

Escolher o fim da vida: uma liberdade, um direito?


Bernard Lebeau, oncologista e pneumologista, ex-chefe de departamento no Hospital Saint-Antoine (Paris) fez da “escolha do fim da vida” a sua luta. Na França, o Estado secular, a eutanásia, definida (1) como um ato consistente em conduzir uma morte sem dor para um paciente que sofre de uma doença incurável, resultando em dor intolerável, continua proibida. Um assunto delicado, que abala nossa sociedade em suas convicções, mas esse assunto Bernard Lebeau conhece bem a partir de sua longa experiência como prático hospital. Ele é o autor de um romance de título chocante O Eutanasista (2), no qual ele imagina que o ambiente tranquilo de uma nova lei que permite a eutanásia, permitindo o surgimento de uma profissão, praticante de final de vida. Com base no tríptico republicano, “liberdade, igualdade, fraternidade”, Bernard Lebeau, nesta nova e perturbadora ficção, desafia o leitor sobre o direito de morrer com dignidade.


http://bibliot3ca.wordpress.com/escolher-o-fim-da-vida-uma-liberdade-um-direito/